APRESENTAÇÃO DO CANAL

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Você sabia que as estações do ano da Terra mudaram hoje?

quinta-feira, 22 de setembro de 2016.
Hoje aconteceu o equinócio no planeta Terra, oficialmente ás 11h21m (horário de Brasília), uma época do ano, quando o dia e a noite são quase iguais.

Em um equinócio, a linha divisória entre dia e noite, torna-se vertical e conecta os pólos norte e Sul da Terra.

Ademais, as estações também vão mudar (20 de Março), com o Hemisfério Sul se movendo de verão para outono, e o Hemisfério Norte entrando na primavera.

O evento celeste que marca essa transição é chamado de "equinócio" - do latim "aequinoctìum", "noites iguais" (aos dias) - e acontece duas vezes por ano, a primeira em torno de 21 de Março e a seguinte em torno de 21 de setembro.

Mas o que é um equinócio, e por que isso ocorre?

A Terra se move de duas maneiras diferentes. Em primeiro lugar, o planeta gira sobre seu eixo polar (uma linha imaginária que passa através do polos norte e sul), uma vez a cada 23h 56m 4s, fazendo a alternância entre dia e noite.

Em segundo lugar, ela se move em sua órbita ao redor do Sol uma vez a cada 365,2564 dias (365 dias, 48 minutos e 46 segundos), fazendo o ciclo anual das estações. 

O equinócio ocorre quando esses dois movimentos se cruzam.

A Terra é tão grande que sua massa tem um efeito giroscópico extremamente poderoso. Por este motivo, os seus polos sempre apontam na mesma direção, embora um grande terremoto possa causar pequenas oscilações neste eixo.

Mais importante ainda, o movimento da Terra em torno do Sol não tem absolutamente nenhum efeito sobre a direção em que os eixos dos polos estão apontando, mas tem consequências muito importantes para estações terrestres.

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O Céu Noturno de Setembro de 2016

segunda-feira, 5 de setembro de 2016.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.



Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Setembro/16

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Sinal de Rádio oriundo da estrela HD 164595 pode ser de uma Civilização Alienígena

terça-feira, 30 de agosto de 2016.

Em Maio de 2015, um Rádiotelescópío russo detectou um forte sinal de rádio, que parecia provir da estrela HD 164595. 

Esta estrela, localizada na constelação de Hércules, é semelhante ao nosso Sol, do tipo G, e dista 94,4 anos-luz da Terra.

Até o presente momento, um planeta, com massa semelhante a Netuno, foi detectado orbitando esta estrela, mas é possível que outros planetas lá existam.

O sinal recebido do sistema desta estrela, é consistente com o de uma civilização alienígena muito mais avançada do que a nossa.

O Instituto SETI está usando o ATA – Allen Telescope Array, um complexo de radiotelescópios situado no norte da Califórnia, neste exato momento, para estudar os sinais emitidos deste sistema estelar, para confirmar as impressões iniciais.
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Chuva de meteoros Perseidas 2016!

quinta-feira, 11 de agosto de 2016.
A chuva de meteoros Perseidas terá seu pico entre hoje e sexta feira!

Existe a previsão de uma quantidade de 150 a 200 meteoros por hora, com velocidade de 59 quilometros por segundo.

E a observação será possivel desde que o céu esteja em condições de observação e de cidades sem poluição luminosa.

  • Cometa de Origem: 109P/Swift-Tuttle;
  • Radiante: constelação Perseus;
  • atividade: 13 de julho a 26 de agosto de 2016;
  • Pico: 11 de agosto-12 de agosto de 2016.

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O Céu Noturno de Agosto de 2016

terça-feira, 2 de agosto de 2016.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.


Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Agosto/16

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Astrônomos encontram planeta com 3 Sóis

sexta-feira, 8 de julho de 2016.
Uma equipe internacional de astrônomos detectou um planeta de um sistema com três sóis, informou nesta quinta-feira o Observatório Europeu do Sul (OES).

O grupo usou um dos instrumentos do Very Large Telescope (VLT), o telescópio do OES situado no deserto de Atacama, no Chile, para obter as imagens. 

Os resultados da investigação, que foi liderada por astrônomos da Universidade do Arizona, nos Estados Unidos, foram publicados nesta quinta-feira, na revista científica "Science".

O planeta HD 131399Ab orbita a estrela mais brilhante das três, a HD 131399A, tem quatro vezes a massa de Júpiter, e uma temperatura de 580 graus Celsius. 

A sua órbita, que totaliza 550 anos terrestres, é a maior conhecida num sistema estelar múltiplo.

O HD 131399Ab está situado a cerca de 320 anos-luz da Terra, na constelação de Centauro, e tem cerca de 16 milhões de anos de idade, o que o torna um dos exoplanetas (planetas fora do Sistema Solar) mais jovens até agora descobertos (o Universo tem cerca de 13,77 bilhões de anos).

Durante parte da órbita do HD 131399Ab, um observador naquele planeta poderia desfrutar de dias sem noites, já que teria sempre luz direta de algum dos seus sóis. 

Noutra parte da órbita, poderia observar triplos nascimentos e pores de Sol, assinala em comunicado o OES.

Os cientistas estimam que a estrela mais brilhante do trio tenha 80% mais massa do que o nosso Sol e é orbitada pelas duas estrelas restantes, com menos massa, que rodopiam em torno uma da outra e estão separadas entre si pela distância média aproximada que separa o nosso Sol de Saturno.

Neste cenário, segundo o Observatório Europeu do Sul, o planeta HD 131399Ab "desloca-se em torno" da estrela mais brilhante, numa órbita com um raio correspondente a cerca de duas vezes a órbita do planeta-anão Plutão.

A descoberta surpreendeu os cientistas, porque órbitas como a do HD 131399Ab "são frequentemente instáveis, devido à atração gravitacional, complexa e variável, das outras duas estrelas do sistema"; e ademais pensavam que "seria muito improvável existirem planetas em órbitas estáveis nestas condições".

Para os astrônomos, planetas como o HD 131399Ab "têm um interesse especial", uma vez que "mostram como se dá a formação planetária em cenários muito extremos", refere o OES na nota, sublinhando que os sistemas estelares múltiplos "são tão comuns" como as estrelas individuais, como o nosso Sol.

Imagem: ESO/L. CALÇADA
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O Céu Noturno de Julho de 2016

sexta-feira, 1 de julho de 2016.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.

Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Julho/16
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As Estações da Terra mudam hoje! Os dias estão mais curtos e as noites mais longas!

segunda-feira, 20 de junho de 2016.
As estações mudam hoje, 20 de junho de 2016, ás 22:34:40 (UTC), com o Hemisfério Sul se movendo de outono para inverno e o Hemisfério Norte entrando no verão .

O evento celeste que marca essa transição é chamado de "solstício" (do latim "solstitìum"), e acontece duas vezes por ano, a primeira em torno de 20 e 21 de Junho, e a seguinte em torno de 21 de dezembro.

Com isto, o Hemisfério Sul terá os dias mais curtos, as noites mais longas, e as temperaturas serão mais frias durante os próximos três meses.

Mas o que é um solstício, e por que isso ocorre?

A Terra se move de duas maneiras diferentes. Em primeiro lugar, o planeta gira em torno de seu eixo polar (uma linha imaginária que passa através do polos norte e sul terrestres), uma vez a cada 23h 56m 4s, fazendo a alternância entre dia e noite.

Em segundo lugar, ela se move em sua órbita ao redor do Sol uma vez a cada 365,2564 dias (365 dias, 48 minutos e 46 segundos), fazendo o ciclo anual das estações. 

Uma outra particularidade do movimento Terra-Sol muito importante: é que o eixo de rotação da Terra é inclinado em 23,5 º em relação à normal ao plano da translação da Terra. 

Em consequência disso, ora um hemisfério está voltado para o Sol; seis meses depois é o outro hemisfério que está voltado para o Sol. 

Entenda os movimentos da Terra

Essas posições da Terra em relação ao Sol são conhecidas como Solstícios: Solstício de Verão para o hemisfério voltado para o Sol; Solstício de Inverno para o hemisfério voltado contra o Sol. (Note que um mesmo solstício é chamado de Solstício de Inverno em um hemisfério enquanto é chamado de Solstício de Verão no outro hemisfério; e vice-versa.) 

Entre os Solstícios, temos posições intermediárias, conhecidas como equinócios, onde os dois hemisférios estão simetricamente dispostos em relação ao Sol: Equinócio de Primavera para o hemisfério que está indo do Inverno para o Verão e Equinócio de Outono para o hemisfério que está indo do Verão para o Inverno. 

O solstício ocorre quando o Sol atinge o maior grau de afastamento angular do equador celeste, ou seja, quando o caminho que o Sol faz, a eclíptica, está com seu maior afastamento em relação ao equador celeste.‬



Crédito das Ilustrações:

Engº João Batista Salgado Loureiro
Autor de Produtos e Proprietário da Marca "As Maravilhas do Céu Estrelado".

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As Galáxias

domingo, 19 de junho de 2016.
Andrômeda
Falando de Estrelas - Parte 02

Ao olharmos para o céu noturno, especialmente nas noites sem Lua, ficamos fascinados pela miríade de estrelas que se descortina sobre as nossas cabeças.

Milhares de pontos luminosos cintilam na Abóbada Celeste, espalhados aleatoriamente pelo firmamento.

Mas será que por detrás desta aparente casualidade, existiria algum tipo de ordenamento? As estrelas espalham-se pelo universo de forma incerta, ou há algum regramento que determina a sua distribuição?

A resposta nos é dada por uma das Forças que regem o Universo, a Gravidade.

Esta Força do Universo, que foi descoberta pelo cientista inglês Isaac Newton, é regida pela Lei da Gravitação Universal. No Universo, matéria atrai matéria, na razão direta de suas massas, e na razão inversa do quadrado da distância que as separa.

Isto nos leva a concluir que as estrelas que observamos no céu noturno, por serem compostas de matéria, atraem-se mutuamente, com as intensidades previstas pela Lei da Gravitação Universal.

Desta forma, não é o acaso que as mantém em suas posições observadas, mas sim a maneira como a gravidade nelas atua. Mas como saber o resultado da ação destas forças de atração? Existem padrões de agrupamento estelar? A resposta a estas perguntas, nos foram dadas ao longo dos séculos, pelas observações astronômicas realizadas.

Os astrônomos dos séculos XVIII e XIX, ao perscrutarem com seus telescópios o céu noturno, deparavam-se com os mais diferentes tipos de astros, além do Sol, da Lua, dos planetas e das estrelas, que por sua aparência incomum, desafiavam a ciência a explicá-los. Astros que pareciam como pequenos flocos de algodão, com formas arredondadas ou lenticulares, semelhantes a nuvens a flutuar pelo espaço sideral. Seriam formados por gases? Ou por estrelas, que de tão distantes, não eram possíveis discernir nas observações feitas?

O grande filósofo e astrônomo Immanuel Kant, emitiu a seguinte opinião a respeito: “A Via Láctea é apenas uma Galáxia a mais em um um vasto universo cheio de Galáxias”. Em 1920 aconteceu o “Grande Debate”, entre Harlow Shapley e Heber Curtis. Shapley defendia a tese de que eles eram formados por gases, e chamava estes objetos de “Nebulosas”, ou “Nuvens” em espiral, e que se encontravam dentro da Via Láctea, que para ele era todo o Universo; já Curtis defendia a tese de que estes objetos eram na realidade compostos por estrelas, distantes demais para serem observadas individualmente, e que estavam fora de nossa Via Láctea, e os chamavam de “Universos-Ilha”, ou “Galáxias”. A evolução da tecnologia dos telescópios, permitiu saber que Kant e Curtis estavam certos, e que no Universo, as estrelas se agrupavam gravitacionalmente nestas gigantescas estruturas, e que ele estava repleto de Galáxias como a nossa, cada uma delas com centenas de bilhões de estrelas.

O astrônomo americano Edwin Hubble, que dá nome ao Telescópio Espacial ora em órbita da Terra, elaborou em 1927, a sua “Classificação Morfológica de Galáxias”. Por ela, as Galáxias, pelo seu formato, dividem-se em três grandes grupos: Elípticas, Espirais e Irregulares. Já o grupo das Espirais Espirais, apresenta um subtipo muito peculiar, chamado de Espiral Barrada. Neste, o núcleo da Galáxia Espiral não possui o formato esférico comumente visto nas outras Galáxias Espirais, exibindo um formato “alongado”, semelhante a uma “Barra”.

Hoje, após acuradas observações feitas, com os equipamentos mais modernos disponíveis, sabemos que a nossa Galáxia, a Via Láctea, é uma Galáxia Espiral Barrada, com um diâmetro de 100.000 anos-luz e uma idade de 13,5 bilhões de anos, possuindo de 100 a 400 bilhões de estrelas.

A Galáxia Espiral mais próxima de nós, é a Galáxia de Andrômeda, situada na Constelação de mesmo nome. Ela não é Barrada como a Via Láctea, mas tem a mesma idade e encontra-se a 2.530.000 anos-luz de nós. Possui um diâmetro de 220.000 anos-luz, e contém 1 trilhão de estrelas. Esta Galáxia é tão grande, que pode ser vista mesmo a olho nu, em noites sem Lua, e longe das grandes cidades, nos ceús da Terra.
Galáxia Andrômeda - M31
Mas a maior Galáxia do Universo é uma Galáxia Elíptica, chamada IC 1101, que fica no centro de um Aglomerado de Galáxias denominado Abell 2029, na constelação de Virgem. Com um diâmetro de 6.000.000 anos-luz, ela possui 100 trilhões de estrelas!
IC 1101 - Comparação de tamanho em relação a Nossa
Galáxia, a Galáxia de Andrômeda e a Galáxia M87
Estima-se hoje, que existam cerca de 200 bilhões de Galáxias no Universo que somos capazes de observar, e em média, cada uma delas, tem centenas de bilhões de estrelas!

Até breve!

Eng. João Batista Salgado Loureiro 
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Bootes - O Boiadeiro

sexta-feira, 17 de junho de 2016.

A estrela mais brilhante da constelação de Boötes é Arcturus, a estrela alpha da constelação de Bootes. Seu nome provem do grego e significa “Guardiã da Ursa”, devido a sua proximidade com a constelação da Ursa Maior. 

Arcturus é uma estrela gigante laranja que é considerada a 4ª estrela mais brilhante de todo o céu profundo, possui magnitude visual igual a -0,04, e também é chamada de “alpha Boo.”,“Alpha Bootis” e de “Arctur”.


Mas afinal....Como encontrar Boötes no Céu?


Boötes é uma grande constelação boreal, pois está localizada no hemisfério norte celeste. Ela pode ser observada no céu quando o observador estiver localizado em cidades do hemisfério norte do nosso globo terrestre, e pode ser visualizada, em sua totalidade na primavera, desde a latitude 0º Norte até 90º Norte. 

Boötes pode ser observada no zênite quando o observador estiver localizado em cidades próximas a latitude 31º Norte.

No hemisfério sul, a observação de Boötes fica um pouco limitada devido a ser uma constelação do hemisfério norte, podendo ser apenas observada de algumas cidades. 

Torna-se muito mais fácil localizar esta constelação quando o observador estiver localizado em cidades mais próximas da linha do Equador; e neste caso, quanto mais ao norte o observador estiver mais alta esta constelação estará no céu, quanto mais ao sul, menores ficam as chances de visualização desta constelação na sua totalidade.

Boötes só é visível completamente no céu no outono do hemisfério sul em regiões localizadas entre as latitudes 0º Sul e 35º Sul. 

As cidades localizadas nas proximidades da latitude 35º Sul e limitadas a ela, visualizam esta constelação muito próxima do horizonte. 

A visualização desta constelação fica parcialmente comprometida em regiões localizadas entre as latitudes 35º Sul e 82º Sul, pois só é possível localizar parte desta constelação. 

Um observador que esteja localizado em cidades localizadas entre as latitudes 82º Sul e 90º Sul, jamais consegue ver Boötes no céu, pois ela estará sempre escondida abaixo do horizonte do observador.

A localização da constelação de Boötes fica facilitada se primeiro localizamos no céu a constelação de Virgem, a partir daí Boötes estará ao norte de Virgem. Em cidades que possuam muita poluição luminosa a localização de Boötes fica totalmente comprometida, pois o ideal seria observá-la em áreas sem nenhuma luz, ou seja, sem poluição luminosa.


Outras Curiosidades:

  • que a constelação Boötes é uma das constelações de origem grega listadas pelo astrônomo egípcio Claudius Ptolemaeus, popularmente conhecido por Ptolomeu, em uma de suas obras escritas em grego “O Almagesto”, “He Mígale Sintaxis” que significa “O grande Tratado”.
  • que a estrela “beta Boo.” possui magnitude visual igual a 3,50 e também pode ser chamada de “Beta Bootis”, de “Nekkar” e de “Nekbar”. 
  • que a estrela “gama Boo.” possui magnitude visual igual a 3,03 e também pode ser chamada de “Gama Bootis”, de “Haris” e de “Seginus”.
  • que a estrela “epsilon Boo.” possui magnitude visual igual a 2,37 e também pode ser chamada de “Epsilon Bootis”, de “Izar” e de “Mirak”. 
  • que a estrela “mu Boo.” é uma estrela múltipla do tipo dupla com componentes “Mu Boo.1” e “Mu Boo.2”. A estrela “Mu Boo.1” possui magnitude visual igual a 4,31 e também pode ser chamada de “Mu Bootis 1” e de “Alkalurops”. Por sua vez, a estrela “Mu Boo.2” possui magnitude visual igual a 6,50 e também pode ser chamada de “Mu Bootis 2”.
  • que a estrela “nu Boo.” é uma estrela múltipla do tipo dupla com componentes “Nu Boo.1” e “Nu Boo.2”. A estrela “Nu Boo.1” é uma gigante que possui magnitude visual igual a 5,02 e também pode ser chamada de “Nu Bootis 1”. Por sua vez, a estrela “Nu Boo.2” possui magnitude visual igual a 5,02 e também pode ser chamada de “Nu Bootis 2”.
  • que a estrela “pi Boo.” é uma estrela múltipla do tipo dupla com componentes visualmente abertas “Pi Boo.1” e “Pi Boo.2”. A estrela “Pi Boo.1” possui magnitude visual igual a 4,93 e também pode ser chamada de “Pi Bootis 1”. Por sua vez, a estrela “Pi Boo.2” possui magnitude visual igual a 5,85 e também pode ser chamada de “Pi Bootis 2”.

Você sabia? Que ao observar a constelação de Boötes podemos nela localizar alguns objetos interessantes, tais como:

Galáxias:
  • NGC 5248
  • NGC 5481
  • NGC 5520
  • NGC 5523
  • NGC 5529
  • NGC 5533
  • NGC 5548
  • dentre outras
Aglomerados Globulares:
  • NGC 5466
Asterismos:
  • The Kite” – É um asterismo com a forma de um pipa, ou seja, um grande papagaio de papel, imaginário, composto por algumas estrelas da constelação de Boötes: Arcturus (alpha Boo.), Nekkar (beta Boo.), Seginus (gama Boo.), Delta Boo., Izar (épsilon Boo.) e Rho Boo. 
  • Diamond of Virgo” – É um asterismo com a forma de um diamante conhecido por “Diamante de Virgem” composto por quatro estrelas de quatro constelações diferentes: Arcturus (estrela alpha da constelação de Boötes), Spica (estrela alpha da constelação de Virgo), Cor Caroli (estrela alpha da constelação de Canes Venatici) e Denebola (estrela beta da constelação de Leo).
Aglomerados de Galáxias:
  • Zwicky 6439
  • Zwicky 6737
  • Zwicky 6789
  • Zwicky 6837
  • Zwicky 6907
  • Zwicky 6915
  • Zwicky 7004
  • Zwicky 7022
  • dentre outras
Você Sabia? 
Que nesta região do céu ocorreram supernovas nas seguintes galáxias:



E, que nesta região do céu ocorrem as chuvas de meteoros:

  • June Bootids (JBO) - é uma chuva de meteoros do tipo radiante com velocidade de 18 Km/segundo que aparece nesta região do céu entre os dias 26/06 e 02/07. Sua declinação para o ano 2.000 é de 48º 0’ e sua ascensão reta para o ano 2.000 é de 14h56min. Para saber qual horário de sua ocorrência nesta região do céu e nestes dias consulte seu anuário. 
  • Quadrantids (QUA) - é uma chuva de meteoros do tipo radiante com velocidade de 41 Km/segundo que aparece nesta região do céu entre os dias 01/01 e 05/01. Recebeu este nome por estar incorporada a uma extinta constelação chamada “Quadrans Muralis”. Sua declinação para o ano 2.000 é de 49º 0’ e sua ascensão reta para o ano 2.000 é de 15h20min. Para saber qual horário de sua ocorrência nesta região do céu e nestes dias consulte seu anuário. 

Se quiser saber mais, acesse: Bootes - Mitologia e História

Efeitos Especiais: As Maravilhas do Céu Estrelado;
Imagens do Post: Créditos à Software Starry Night.

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O Céu Noturno de Junho de 2016

quinta-feira, 2 de junho de 2016.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.


Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Junho/16
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O que será que escondeu os pontos brilhantes do céu?

quarta-feira, 25 de maio de 2016.

Falando de Estrelas - Parte 03

 “O que será que escondeu os pontos brilhantes do céu?”

Temos a tecer algumas considerações da dificuldade de se observar os astros do céu noturno nas grandes cidades.

Esta dificuldade deve-se à dois fatores principais:

1. A poluição atmosférica, que faz com que partículas de poeira e fuligem permanecem muito tempo em suspensão no ar das grandes cidades, criando um obstáculo físico à passagem dos raios de luz provenientes do espaço;

2. E também a poluição luminosa, causada pela reflexão das luzes artificiais das grandes cidades nestas partículas e nos gases componentes de nossa atmosfera, gerando assim um “brilho de retorno difuso”, que na prática “clareia” o céu noturno, fazendo com que os astros menos brilhantes sejam por ele escondidos, “misturando-se” com o brilho citado.

3. Mas há também um terceiro fator, que é o fenômeno do ofuscamento de nossa visão, causado por alguma fonte de luz próxima, como por exemplo, uma luminária de forte intensidade no alto de um poste. Felizmente, para eliminar este problema, basta ocultar a fonte de luz com o nosso braço, ou com a mão, para este ofuscamento diminuir ou até mesmo desaparecer.

4. Um quarto componente que pode contribuir para dificultar a visão dos astros, tanto nas cidades grandes como em regiões pouco povoadas, é a fase em que a Lua se encontra. A Lua também provoca uma “poluição luminosa” em nossa atmosfera, dificultando a observação das estrelas e planetas de brilho mais fraco.

O melhor local para se observar o céu noturno, seria de preferência no alto de uma Serra, longe da turbulência (que também contribui para dificultar as observações atronômicas) que a atmosfera possui ao nível do mar, e em um momento em que a a Lua esteja na sua fase de “Nova”.

Até breve!

Eng. João Batista Salgado Loureiro 
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Lindo Simulador 3D do Céu! Totalmente Interativo!

quarta-feira, 18 de maio de 2016.

Não poderíamos de deixar de apresentar este belíssimo Simulador 3D do Sistema Solar e do Céu Noturno chamado Solar System Scope! É um planetário Virtual e Observatório!

Características: 
  • Idiomas disponíveis: Inglês, espanhol, alemão, russo, italiano, coreano, eslovaco;
  • Visão heliocêntrica com posições em tempo real dos planetas e das órbitas planetárias; 
  • Tamanhos esquemáticos e realistas dos planetas e a distâncias entre eles; 
  • Movimento dos planetas em tempo "real", para ver como eles se move, uns em relação aos outros - Orrery Virtual; 
  • Exploração planetária contendo textos com informações pertinentes, imagens e visões adicionais, tais como a estrutura de cada planeta.
  • Luas (luas galileanas, Deimos e Fobos (Luas de Marte), Titan (de Saturno) e 15 outras) 
  • Planetas anões (Plutão, Ceres, Haumea, Makemake, Eris) e suas órbitas; 
  • Cometas (Siding Spring, Lovejoy 2013, Lovejoy 2011, Panstarrs, ISON, Halley, 67P, 209P) - contendo suas posições e trajetórias; 
  • A nave espacial Rosetta e sua jornada para o cometa 67P / Churyumov-Gerasimenko;
  • Estrelas e as Constelações do céu noturno como vista de um determinado local - Observatório Virtual; 
  • Céu noturno totalmente interativo: apontar o dispositivo para o céu para ver todos os objetos em seu devido lugar (no caso de dispositivos móveis); 
  • Busca avançada de objetos;
  • A Elíptica, linhas de grade e muito mais!

Existem duas versões do Simulador uma para desktop e outra para Dispositivos Móveis disponível no Google Play. Acesse através dos links e divirta-se!



Se preferir, assista ao vídeo de apresentação:





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O Céu Noturno de Maio de 2016

sábado, 7 de maio de 2016.
Vídeo muito interessante no aprendizado do reconhecimento do céu, além de ser útil também para podermos contemplar o céu noturno como é visto do hemisfério norte.


Vídeo: Céu Noturno - Hemisfério Norte - Mês: Maio/16
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